quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
A realidade das FFAA
Sabemos que a hierarquia e a disciplina são à base das FFAA de qualquer país, mas infelizmente no Brasil não estão levando a sério a hierarquia das suas FFAA, estão tratando as FFAA como se fossem um setor qualquer de serviços públicos. A polícia federal, polícia militar, polícia civil, bombeiros militares e outros agentes de segurança estaduais estão recebendo mais investimentos do que as FFAA. Isso gera uma migração de militares, qualificados das FFAA, a procura de melhores oportunidades de emprego. Se a obrigação das FFAA é ter em seu contingente os homens mais bem preparados do Brasil.
O efetivo das forças de seguranças estaduais já supera de longe o efetivo das FFAA, se ocorrer uma greve generalizada das seguranças estaduais, com certeza as forças armadas não terão condições de suprir a falta desse pessoal. “E na pior das hipóteses” se acontecer uma revolta, um motim das forças de seguranças estaduais as forças armadas não terão a mínima chance de primeiro lugar, proteger a população e em seguida combater os agentes públicos rebelados.
A obrigação das FFAA é proteger cada cidadão brasileiro, de agressões oriundas do exterior ou de ameaças internas. Vemos que no Brasil ocorreu uma quebra na hierarquia, as forças auxiliares se tornaram titulares, e as titulares viraram auxiliares. Essa inversão de hierarquia põe em risco a população brasileira, pois, se efetivamente não damos conta da nossa defesa interna, imagina um ameaça externa.
A desmotivação do efetivo pessoal das FFAA brasileiras é gritante, com jornadas de trabalho exaustaste, remuneração baixa, condições e equipamentos de trabalho precários. Com o que há de melhor nas FFAA, que é o efetivo humano, desmotivado e desacredito, o Brasil corre um grande risco de perder o controle das FFAA. Podendo, quem sabe, um dia as FFAA se rebelarem contra o governo.
Esse quadro pode melhorar se ocorrer uma política séria voltada para a segurança Nacional. Sugiro um aumento do efetivo das FFAA em torno de 40%, isso só para começar a pensar em segurança Nacional. Investimentos no pessoal das FFAA, pois, é o militar que é o pilar mais importante da segurança de uma nação. Reaparelhamento das FFAA, com o que há de mais moderno no mercado. E jogando fora toda tecnologia da década de 90 para trás. Investimento em artilharia antiaérea, e artilharia costeira, para proteger nossas cabeças de praias. Pelo menos 1 Btl de GAC e GAA em cada capital que tem cabeça de praia.
Investimento na aeronáutica, com pelo menos 150 caças modernos. Compra de 200 helicópteros de combate, para atuar nas fronteiras e principalmente na Amazônia. Compra de 300 Helicópteros de transporte de pessoal e carga. Cada batalhão terá viaturas disponíveis para transportar seu efetivo, para qualquer lugar do Brasil. Cada pelotão deverá ter disponíveis viaturas de transporte em funcionamento. Disponibilizar o curso de pára-quedista para todos os batalhões de infantaria, pois, a maneira mais rápida de mobilizar tropas em um determinado lugar é lançando ela de pára-quedas, e isso tornaria mais rápida a chegada de reforços de tropas nas fronteiras.
Ensinar, capacitar e treinar militares para o curso Dompsa, com o intuito de distribuir cargas em tempo recorde para qualquer lugar do Brasil, lançando viaturas, alimentos, armamentos e outras cargas para suprir um combate em locais onde não tem acesso por terra e mar.
Proteger a Amazônia Azul, com 5 frotas com o que há de mais moderno em navios de guerra, submarinos, e pessoal treinado contra terrorismo. Para patrulhar o oceano atlântico. Criar um plano para evitar terrorismo na área da Amazônia azul, proibindo o tráfego de navios e aviões nessa área. Ter o controle total de quem entra nessa área. Investir em radar para procurar submarinos, navios, aviões e qualquer outra ameaça na área da Amazônia Azul.
sábado, 12 de novembro de 2011
A beira da extinção do Militarismo Brasileiro

As Forças Armadas vêm sofrendo um verdadeiro desmanche. Seu reaparelhamento que já era necessário desde o governo de Fernando Henrique, nunca saiu dos discursos. Ano após ano verbas são contingenciadas e o reaparelhamento é postergado.
Vez por outra quando a vulnerabilidade do país ficava evidente, Lula prometia comprar caças e o ministro da Defesa Nelson Jobim surgia fardado para discursar sobre o assunto como se a questão se resolvesse com a compra de caças, meia dúzia de tanques e dois ou três submarinos. Mas nem isso acontece.
Desde o primeiro governo de Lula até hoje, não se elaborou um projeto de reaparelhamento das Forças Armadas levando em consideração os cenários futuros e as reais necessidades de defesa do país.
A indústria de material bélico foi praticamente desmontada e a rotina de manutenção nas Organizações Militares (OMs) se resume a canibalizar e descomissionar.
As Forças Armadas operam sucata e a dotação de munição da maioria das OMs está abaixo do recomendado, mesmo em tempos de paz.
Aos poucos as Forças Armadas, última garantia de nossa soberania, da Constituição e da República, estão sendo desmontadas. Primeiro foram rebaixadas. Perderam o status de ministérios para ficarem subordinadas a um ministério da Defesa cujos ministros têm sido civis despreparados a humilhar profissionais de carreira, conduzindo o país a uma situação de vulnerabilidade inaceitável.
O Brasil tem atualmente uma brigada de pronto emprego, que apesar de altamente profissional, tem limitações pelo fato de estar equipada com material antigo e de funcionamento e manutenção precária.
Força Nacional de Segurança Pública.
Em paralelo e essa política de estrangulamento das Forças Armadas, foi criada a Força Nacional de Segurança Pública que atenta contra a própria Constituição Brasileira, pois nela não está prevista. Leia-se o art. 144 da CB que define claramente as instituições responsáveis pela segurança pública. Art. 144. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.
I – polícia federal;
II – polícia rodoviária federal;
III – polícia ferroviária federal;
IV – polícias civis;
VI – polícias militares e corpos de bombeiros militares.
A Força Nacional de Segurança Pública esconde dois aspectos que têm passado despercebida. Primeiro usurpam funções das polícias estaduais cujas obrigações constitucionais são muito claras.
Mas existe outro aspecto:
As Forças Armadas brasileiras têm tradição constitucionalista e republicana, valores esses que são ensinados, cultivados e cultuados desde a formação nas escolas militares até os mais altos escalões.
Apesar de seu chefe supremo ser o presidente da República, as Forças Armadas constitui uma Instituição de Estado a serviço do Estado.
A Força Nacional de Segurança Pública não têm identidade e muito menos tradição. É uma tropa que atualmente tem um contingente reduzido, mas de grande poder de combate, subordinada ao ministro da Justiça. É integrada por policiais e bombeiros oriundos dos Estados-membros, indicados pelas Secretarias de Segurança de seus respectivos Estados.
Essa tropa juntamente com a Polícia Federal que também é subordinada ao ministro da Justiça está formando um Estado dentro do outro.
O governo tem destinado recursos para equipar a Força Nacional de Segurança Pública em detrimento das Forças Armadas.
Polícia Federal.
A Polícia Federal tem atuado à margem da lei, cometendo invasões, escutas, expropriações e outras ilegalidades impunemente. (veja-se os diversos vídeos de operações em Roraima tais como:
http://www.youtube.com/watch?
Essa atuação à margem da lei é um claro sinal que a Polícia Federal que deveria ser uma instituição de Estado, está dando suporte a um projeto de poder político e passou a ser uma milícia político partidária a serviço do governo.
Somente esse fato é gravíssimo pois atenta contra a democracia e a própria República.
A destruição da Inteligência Brasileira.
A Agência Brasileira de Inteligência – ABIN é uma instituição de inteligência a serviço do Estado. Nenhum país no mundo atual pode se dar ao luxo de prescindir de inteligência para governar.
O papel da Inteligência é a produção de conhecimentos sobre fatos e situações de imediata ou potencial influência no processo decisório e na ação governamental e sobre a salvaguarda e a segurança da sociedade e do Estado.
Além da Inteligência é fundamental existir uma Contra-Inteligência, cuja função é proteger assuntos sigilosos relevantes para o Estado e para a sociedade neutralizando ações de Inteligência executadas em benefício de interesses estrangeiros ou mesmo de grupos isolados.
Lamentavelmente desde o fim do regime militar a inteligência brasileira foi desmontada, criando-se a ABIN que substituiu o Serviço Nacional de Informação – SNI.
Desde então, governo, esquerda e mídia têm feito grande esforço publicitário para associar atividade de inteligência a bisbilhotagem, transformando analistas de inteligência em “arapongas”, termo esse que é pejorativo no meio.
A invasão de instalações da ABIN pela Polícia Federal com apreensão de material sigiloso representa aniquilar todo esforço de inteligência do país. Mais grave ainda foi o vazamento dessas informações para a A FOLHA.
Os arquivos vazados conteriam nomes de informantes e funcionários de inteligência, inclusive adidos estrangeiros que cooperam com a agência. Segundo A FOLHA, entre o material apreendido há dados sobre exploração mineral no país, controle de fronteiras, espionagem internacional e contra-espionagem, além de trabalhos voltados ao monitoramento de movimentos sociais e terrorismo.
A atividade de inteligência é extremamente complexa, pois muitas vezes implica em infiltrar agentes em postos chaves ou criar uma rede de colaboradores voluntários ou pagos, para obter informações e produzir conhecimento sobre os mais diversos assuntos. Revelar a identidade de agentes infiltrados e o organograma do aparelho não só coloca em risco a integridade de agentes e colaboradores como também anula todo esforço e pode deixar o Brasil literalmente cego em assuntos que envolvem interesses políticos, econômicos, estratégicos e Segurança Nacional.
Além disso, é fácil imaginar o prejuízo e o risco de desmobilizar eventuais agentes infiltrados nas FARCs, em movimentos como o MST, no submundo do crime organizado ou em outros países.
Em lugar nenhum do mundo, a não ser em regimes autoritários, uma polícia pode se apropriar de material que contenha sigilos de Estado. Entretanto a Polícia Federal ou melhor Milícia Federal do ministro Tarso Genro o fez. Ainda que a Polícia Federal devolva o material como ingenuamente o ministro anunciou, todas as informações contidas no material apreendido terão que ser tratadas como violadas e reveladas. Tal representa queimar recursos para recomeçar tudo da estaca zero.
Grande parte do trabalho e esforços feitos por décadas nesse momento podem virar lixo.
Esse seria mais um caso de aplicar a Lei de Segurança Nacional e responsabilizar todos aqueles que autorizaram, planejaram e executaram essa operação.
Mas existe outra face dessa moeda. Destruir a Inteligência representa tornar o Estado absolutamente vulnerável, pois a ABIN tal como as Forças Armadas é uma instituição de Estado.
Anular a ABIN parece fazer parte do projeto de poder que vem sendo conduzido por Lula, seus ministros e pelo Partido dos Trabalhadores.
Tanto assim que não colocaram um profissional de carreira na direção geral da instituição e sim Paulo Fernando da Costa Lacerda, um delegado da Polícia Federal.
Essa nomeação pode parecer algo normal, mas traz grande fragilidade ao sistema. Entre outros aspectos fere o princípio da compartimentação da informação e concentra poder em uma única pessoa de forma perigosa e inaceitável.
Paulo F. C. Lacerda está temporariamente afastado da função até que sejam apuradas as responsabilidades sobre a autoria do grampo que interceptou conversa entre o presidente do Supremo, Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM).
Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra – MST e movimentos similares.
O MST sempre foi o braço revolucionário radical do Partido dos Trabalhadores. Durante algum tempo, nos primórdios de sua criação, o MST manteve sua imagem vinculada à pressão pela reforma agrária.
Atualmente é público e notório que seus objetivos são políticos e que desejam implantar no Brasil um regime comunista. O governo tem apoiado o MST e movimentos similares politicamente e financeiramente.
Tanto o MST como o MLST, suas dissidências e seus similares são movimentos ilegais que atentam contra todo o ordenamento jurídico do país. Do ponto de vista legal são indefinidos. Não são partidos, nãos são Organizações Não Governamentais - ONGs, nem têm qualquer outra figura jurídica que os caracterize. Na prática são bandos revolucionários organizados que pautam suas ações por atos criminosos como invasões, saques, depredações, ameaças e furtos. O exemplo mais contundente foi a depredação do Congresso.
Seus líderes são conhecidos e pelos crimes cometidos deveriam estar presos cumprindo longas penas. Entretanto estão soltos, organizando e comandando ações terroristas e criminosas com o apoio do governo. Os mais notórios líderes fazem jus a aulas magnas em universidades públicas como se fossem heróis nacionais.
Como esses movimentos não são pessoas jurídicas não poderiam receber subvenção ou recursos públicos. Assim foram criadas ONGs de fachada que são controladas por membros do MST, cujos objetivos são obter recursos públicos para supostos projetos sociais. Contudo, o Tribunal de Contas da União – TCU têm mostrado que esses recuros estão sendo desviados das finalidades declaradas e a que se destinavam.
Por outro lado, toda logística para manutenção desses movimentos e de suas ações terroristas é cara e esses movimentos não têm fontes de recursos. Logo não é dificil imaginar qual o destino dos recursos que o TCU aponta como tendo sido desviados.
Além disso, há provas de cooperação ou até aliança entre o MST e as Forças Armadas Revolucionárias Colombianas – FARCs, um grupo de narco-guerrilheiros terroristas que vinha tentando ganhar o poder na Colombia para instalar um regime comunista. Álvaro Uribe, presidente da Colômbia implantou uma política séria de combate às FARCs e estas estão praticamente aniquiladas.
A presença das FARCs no Brasil não se restringe hoje apenas à montagem de bases estratégicas para o tráfico de drogas e armas na selva amazônica. Suas ações incluem o treinamento de criminosos e líderes de "movimentos sociais", entre eles o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).
Os centros estão montados estrategicamente na fronteira do Brasil com o Paraguai.
Relatórios da Inteligência Brasileira e de autoridades paraguaias registram a ocorrência de pelo menos três cursos sobre técnicas de guerrilha destinadas a brasileiros, realizados este ano - em maio, julho e agosto - na região de Pindoty Porã, departamento de Canindeyú, no Paraguai, cidade na fronteira com o Mato Grosso do Sul e o Paraná.
Pelo menos um desses cursos, sobre técnicas de primeiro socorros e contra-informação, que aconteceu entre 22 e 24 de julho, teve como público alvo integrantes do MST dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná.
Sob a batuta dos mesmos instrutores colombianos, o último treinamento, que aconteceu em 29 de agosto, foi destinado a integrante de quadrilhas responsáveis pela segurança de pontos de distribuição de drogas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na instrução, foram passadas aos alunos brasileiros informações sobre táticas de guerrilha urbana.
No relatório reservado constam inclusive nomes de pelo menos oito brasileiros participantes desses cursos que estão sendo investigados.
Recentemente presos e material apreendido na operação que matou Raul Reyes revelaram outros elos entre MST, FARCs e membros do governo brasileiro.
Note-se que todos esses movimentos como MST, MLST e seus dirigentes já deveriam ter sido enquadrados na Lei de Segurança Nacional ou mesmo nas leis penais. Contudo, o ministro da Justiça Tarso Genro e o presidente Lula os tratam como “movimentos sociais” e ainda os subvencionam.
Como se não bastasse, Hugo Chavez tem financiado o MST para implantação de “escolas revolucionárias bolivarianas”.O leitor mais interessado poderá fazer uma rápida apreciação da LEI de Segurança Nacional, Nº. 7.170, DE 14 DE DEZEMBRO DE 1983, plenamente em vigor. É provável que tenha uma surpresa ao descobrir o quanto o governo, seus aliados e "movimentos sociais" têm incorrido em crimes contra o Estado.
Oposição.
Falar em oposição política no Brasil atualmente é uma utopia. A custa do loteamento da máquina pública e criação de cargos, a oposição foi literalmente comprada e calada. O Congresso tem aceitado todas as ilegalidades cometidas pelo governo e escândalos já não têm qualquer conseqüência a não ser vender jornais e revistas.
Por muito menos o presidente Collor sofreu um impeachment.
As crises atuais transformam Collor num santo. Entretanto no governo Lula ele se livrou de todas as responsabilidades e acusações promovendo discursos, a dança das cadeiras e distribuindo verbas com finalidade eleitoreira.
Todos os poderes da República se calaram e compactuam com a ilegalidade que permearam o governo até as entranhas. Não houve sequer uma tentativa de responsabilizar Lula por todas as ilegalidades que partiram das salas vizinhas a sua.
Na prática a oposição talvez se resuma a alguns poucos deputados e senadores considerados páreas por seus colegas. É uma minoria insignificante sem qualquer poder.
Note-se que todos os grandes escândalos envolvendo parlamentares, sempre tiveram ligação direta com a base aliada do governo. Ainda que Lula alegasse desconhecer tudo que acontecia no seu entorno e as ações de seus aliados, ele é efetivamente o presidente da República, sendo sua alegação inaceitável sob todos os aspectos.
Programas sociais.
Os programas sociais lançados pelo governo não têm o objetivo de mudar a estrutura social do país e transformar miseráveis em cidadãos dignos, geradores do próprio sustento e de riquezas para o país.
Pelo contrário, a idéia é apenas oferecer uma versão contemporânea da política de pão e circo. Assim existirá a garantia que o celeiro de votos representado pela população que se beneficia desses projetos, jamais ficará vazio. Quando essa geração de miseráveis e beneficiários de Bolsa Família, Cimento Social, e outras políticas medíocres morrerem, é garantida que suas sucessoras continuarão cronicamente dependentes.
Assim, é fundamental que o ensino continue precário e que serviços como saúde e segurança de qualidade sejam tratados como prêmios a serem distribuídos em forma de promessas em vésperas de eleições.
Com isso está garantido que o pacto político medíocre celebrado entre povo e governo se perpetue.
Conspiração ou apenas criminosos esbulhando o país?
Se tudo isso que foi mencionado são meras coincidências, definitivamente somos um povo amaldiçoado pelo destino.
Contudo, é coincidências demais o que leva a conclusão quanto a existência de um plano conspiratório urdido por grupos que desejam se perpetuar no poder e implantar um outro regime político no Brasil. Talvez uma cleptocracia ou um Estado do Crime ou um regime comunista que no fundo seria uma fusão de ambos.
Para dar um golpe é necessário anular as Forças Armadas guardiãs da República e da Constituição. Como não foi possível fazê-lo por decreto foi adotado o plano do garroteamento até a morte por asfixia. Felizmente os militares tem se mostrado valorosos e mesmo diante de toda traição e perseguição revanchista que vêm sofrendo, não abandonam o ideal maior que é a defesa da pátria. Ainda que hoje essa luta não se dê com o sacrifício da vida biológica é visível o sacrifício pessoal que muitos vêm fazendo. O exemplo mais atual desse sacrifico foi o general Heleno que, mesmo sabendo das conseqüências de denunciar a política indigenista caótica, o fez colocando em risco uma carreira brilhante.
O braço revolucionário que é formado pelos ditos "movimentos sociais" está sendo financiado para que engrosse fileiras e adquira meios. Esse exército de criminosos que hoje já atua livre e impunemente é um forte instrumento de pressão que certamente será empregado no momento oportuno. Seu emprego poderá ser para ações violentas ou ocupações de prédios públicos ou outras ações intimidatórias. Quando a situação se descontrolar, será criada uma farsa na qual Lula o "grande líder" surgirá como salvador a negociar um acordo de paz com a versão brasileira das FARCs.
A Polícia Federal já foi transformada em milícia particular do ministro da Justiça e ganhou o reforço de uma unidade de combate. A Polícia Federal tem sido utilizada em operações clandestinas que obviamente só podem ter o propósito de imobilizar eventuais forças de oposição. A invasão da ABIN e apreensão de dados sigilosos seria parte desse plano e tem também o objetivo de neutralizar uma instituição de inteligência a serviço do Estado.
Talvez essa seja apenas mais uma teoria da conspiração.
Mas se essa conspiração não existe, há que haver outra explicação para todos os crimes e ilegalidades que têm sido cometidos por agentes da lei, representantes do Estado, aliados da base política e homens de confiança do presidente da República.
Seja qual for a resposta, é fato que o atual estágio de descontrole, desgoverno e corrupção ameace a República e a democracia.
Fica ao leitor um convite para que reflita sobre todas essas coincidências e tire suas próprias conclusões.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Quantos militares temporários morrem no Brasil?

No Rio, morte de militar durante treinamento do Exército é um mistério
Cabo Morre no Rj -
Militar do Exército morre com tiro de fuzil em Marechal Thaumaturgo
O militar que fazia parte do 61° Batalhão de Infantaria de Selva de Cruzeiro do Sul estava em missão, no destacamento de Marechal Thaumaturgo, município localizado na Fronteira com o Peru. De acordo com informações ainda não confirmadas, por telefone ele havia discutido com a namorada que morava Cruzeiro do Sul, minutos antes de entrar no posto como sentinela.
De acordo com nota divulgada pelo 61° BIS, a família foi informada e está recebendo apoio. O comando do Batalhão também determinou a abertura de um inquérito policial militar para apurar o caso.
Soldado do Exército morre após ser baleado em batalhão no PA
Soldado do Exército morre afogado durante treinamento em Rosário do Sul
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Devemos criar uma associação de militares sem carreira
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
A realidade do alistamento Militar

Se o seu filho tiver o sonho de ser militar, nunca deixe ele ir para o serviço obrigatório.
Aqui está uma estatística dos militares de alistamento. Vamos supor que 95% dos jovens queiram servir as forças F.F.A.A e estão feliz de terem a possibilidade de se tornarem militares, mas depois de 1 ano 100% saem infelizes e frustrados. Primeiramente com a carga horária de trabalho, escalas de trabalho apertadas. Vemos também que o fator que decepciona muito esses jovens é que eles tinham o sonho de ser militar e ao entrar na rotina da caserna eles são tratados iguais a auxiliares de serviços gerais. E ficam 1 ano varrendo chão, lavando banheiro, catando lixo ... Em fim, desempenham uma função muito diferente do que os comercias do governo divulga com fotos e vídeos de manobras operativas.
Ser militar no Brasil é ruim, imaginem quem entra de alistamento, vai sofrer só o mal.
Dizem que quem entra através de alistamento pode galgar a patente de 3°Cão. Isso só 0,001% que consegue tal façanha. E depois que chega a promoção de Sargento ele não tem carreira.
O militar chegou a posição de sargento, provou que era capaz, pois se formou soldado, depois cabo e por ultimo o curso de sargento. Deu a vida para o militarismo, sempre vibrador tirou todos os cursos operativos que teve chance, dedicou 9 anos com muito amor e sacrifício a pátria e o que ele recebe em troca ? Um pé na bunda.
Militares reconhecidos pela ONU e esquecidos pelo Brasil

Vemos que os militares do Corpo de Fuzileiros Navais, do E.B, da F.A.B e da Gola sofrem com escalas de serviços apertadas 1x1, 2x1 ou no máximo 3x1 e o pior ainda cumprem expediente.
Em um dia de serviço chega à marca de 24h de serviço mais 8h de expediente que é igual a 32 horas de trabalho. Um dia de trabalho de um militar se equipara a uma semana de trabalho do civil.
Apesar de tantas horas de trabalho ainda sobra para o militar a vibração para tirar cursos como PQD, AuxPrec, OpEsp, Montanha, Rope, PelOpEs...
Vemos nossos militares em missões de paz e tendo o seu trabalho reconhecido pela ONU. Mas eu faço aqui uma pergunta – Do que adianta tanto sacrifício, se o governo do Brasil não reconhece nada!
[ "Vemos todos os dias excelentes Sargentos, Cabos e Soldados sendo mandados embora por vontade do governo. Vemos que o Brasil trata os seus militares como um nada. Um jovem com 18 anos entra nas forças armadas e fica 9 anos servindo o país e o principal adquirindo conhecimentos específicos na área militar. Ele beirando os 30 anos vai ter que arrumar o seu primeiro emprego só que ele passou a vida inteira dele trabalhando na área militar, o que ele fará da vida? Que garantia o governo dará a esse cidadão brasileiro que deu a sua juventude pelo país? "]
Chega, basta é hora de isso mudar, isso não está certo !
País de família, excelentes trabalhadores com o reconhecimento da ONU atuando em favelas combatendo o narcotráfico, atuando na fronteira junto com a Policia Federal... Em fim, o principal disso tudo sem plano de carreira e sem direito a nada.